Rastreabilidade de produtos vegetais move agricultores em Gramado









A Emater de Gramado abordou, para cerca de 80 agricultores, dia 6, aspectos da Instrução Normativa Conjunta nº 2 MAPA/ANVISA (de 7 de fevereiro de 2018), que trata dos procedimentos para a aplicação da rastreabilidade ao longo da cadeia produtiva de vegetais frescos destinados à alimentação humana. O objetivo é monitorar e controlar resíduos de agrotóxico.

Para a adequação às exigências, os agricultores precisam manter registro da produção na propriedade, dos insumos agrotóxicos utilizados e a rotulagem dos produtos comercializados.

“A motivação para a rastreabilidade dos produtos vegetais advém da necessidade de garantir o fornecimento de produtos seguros à alimentação humana, podendo-se identificar a origem de cada produto e como foi produzido”, explicou a engenheira Agrônoma da Emater, Janete Basso da Costa.

Para o também engenheiro Agrônomo Ênio Todeschini, da Emater de Caxias do Sul, o processo de identificação de procedência dos alimentos consumidos in natura, a partir dos insumos usados na sua produção, é uma questão de segurança alimentar e beneficiará os agricultores que produzem dentro da legalidade e com uso correto de defensivos agrícolas.

O secretário da Agricultura, Alexandre Meneguzzo, igualmente destaca que a ação de rastreabilidade de produtos vegetais transmite segurança aos consumidores. “É um procedimento já adotado em muitos países e uma tendência dada à preocupação cada vez mais presente na alimentação humana”, disse.

Apoios

A reunião contou com o apoio da Secretaria da Agricultura de Gramado, Cooperativa Planalto, Cooperativa Sicredi, Sindicato dos Trabalhadores Rurais e Polo Vera Grin da Universidade Aberta do Brasil – UAB.