Bancas de comida de rua têm nove opções com carne vermelha











O Rio Grande do Sul é um grande produtor de carne vermelha e também um grande consumidor. Uma parcela expressiva da população não dispensa o tradicional churrasco de domingo e, além disso, a qualidade dos cortes produzidos no estado abrem uma gama infinita de possibilidades de preparo. Dados de 2017, apontam que os sul-rio-grandenses consomem 45 quilos por ano de carne bovina. Contudo, a carne ovina também agrada o paladar dos gaúchos, embora a carne de ovelhas, carneiros e cordeiros não ultrapasse os quinhentos gramas per capita. 

Nas bancas de comida de rua do 11º Festival de Cultura de Gramado as receitas agradam todos os paladares. Nove restaurantes desenvolveram seus pratos a base de carne vermelha. O Josephina apresenta uma tortilla de vazio, merken, abacate e sour cream, já o Bistrot Pastasciutta aposta nas iscas de carnes grelhadas com cebola, pimentão, tomate e temperos chilenos, abacate e sopaipillas fritas. Para os amantes dos sanduíches, há três opções. O restaurante Nonno Mio elaborou um sanduíche de fatias de carne bovina e suína, vagem verde, tomate e pimenta verde, e o Nonno Mio Fast aposta no hambúrguer com maionese de merken e chips de tubérculos.

A Cantina Pastasciutta oferece o Chacarero, que é um sanduíche de cordeiro com queijo derretido, além de alface, tomate, pimentão verde, vagem e orégano. Vale lembrar que o cordeiro é o filhote da espécie com até um ano de vida, por isso sua carne é considerada mais macia. O cordeiro também é a estrela do prato do restaurante Malbec, desta vez apresentado lasqueado e acompanhado de nhoque de batata doce e gremolata.

O risoto de filé com funghi regado ao coentro é a escolha do Belle Vitrini, e as empanadas chilenas de carne ficam por conta do Filó Gourmet. A Casa de Madre harmonizou diferentes carnes no mesmo prato, que tem iscas de entrecot, frango e calabresa defumada, com batata frita crickle e cebola na manteiga.