Apelo à vida – Parte II











Nesta última quinta-feira (16) retratei acerca da vida à partir dos acontecimentos da cidade. Todavia, a vida é muito mais que anúncios mortuários. Vida é movimento, é desenvolvimento e evolução. A natureza é vida. É a mãe da procriação e desenvolvimento. Aliás, todos nós somos da mesma natureza. Contudo, o cuidado com a natureza “muda” expressa sua vida cotidianamente.

O Homem faz farte integrante dela, mas é o primeiro a destruí-la. Muito podemos lembrar do desmatamento da Amazônia. Ou, também, da poluição dos rios. Nossa cidade, por enquanto, tem a oportunidade de apreciar a Cascata do Caracol. Até quando ela estará livre da poluição é indefinido. Arroios próximos da região estão impróprios para banho; caso do Arroio 28. A nação humana contribuiu para o acúmulo de lixo nas beiras dos rios e afins de forma tão desprezível que, hoje, perdemos a qualidade das belezas naturais daqui.

Até quando conviveremos com essa situação? O tema “Vida” é complexo demais para reduzirmos a seres pensantes. Aliás, há controvérsias.