Apelo à vida – Parte I











Como muitos sabem, sábado, 11 de janeiro, uma mulher foi vítima de feminicídio. O que nem todos sabem é que na semana seguinte uma jovem de 15 anos foi encontrada morta em casa, motivo: suicídio devido a não vencer a depressão.

Tenho uma certa dificuldade -natural- de não compreender os fatos do destino. Todavia, mais me assusto com estas pessoas que terminam a vida antes do tempo. Aliás, há tempo de vida? Ou, de uma outra forma, temos tempo de viver?

Anos atrás conhecíamos avós e tios com seus 70, 80, 90 anos. Atualmente, são relíquias deixadas pelo tempo. Tempo este que não volta mais. Tempo este que passa voando. Mas, tempo este que contamos com o clicar dos dedos.

Diante dessa nova circunstância do senhor destino, hei de conversar acerca daquilo de mais sagrado: vida. “Vida e seus diversos tipos de viventes.” Como primeiro apelo, eis uma breve chamada: Quero ser uma relíquia em minha vida, ou não chegarei até lá?